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domingo, 8 de maio de 2011

CONTO: "AS AMIGAS"

Helena e Luiza eram amigas e confidentes, tinham um relacionamento como de irmãs, se davam muito bem. Sempre se encontravam pra passear e conversar, quando não estavam com seus namorados, muito bonitas chamavam a atenção por onde iam, Helena morena, cabelos longos, olhos claros e corpo esguio e Luiza também morena, olhos grandes, alta e corpo de violão, não tinha como não olharem pra duas belas mulheres.

A amizade entre as duas era vista pelo outros com certa malicia, pois sempre que juntas andavam de braços dados em qualquer lugar, mas pra elas isso era comportamento de duas irmãs que se davam muito bem, ouviam até certos comentários dentre conhecidos que elas eram muito mais que amigas, mas as duas se divertiam com esses comentários maliciosos.

Obviamente como boas amigas não havia assunto proibido entre elas, e era comum ambas falarem de sexo, comentando seus relacionamento com seus namorados. O assunto esquentava quando ambas contavam detalhes picantes de suas transas e às vezes elas deixavam à imaginação voar e ficavam brincando como seria uma transa entre elas.

Helena ficava imaginando como seria Luiza na cama, certamente seria uma deliciosa puta devassa, que deixa qualquer homem maluco de tesão. Mas como seria com uma mulher? Será que ela faria o mesmo com ela? Ficava se martirizando por pensar esse tipo de coisa de sua melhor amiga. Será que estaria virando lésbica? Certamente que não, sentia muito prazer trepando com seu homem e não imaginava ficar sem isso nunca.







Várias noites rolava na cama fantasiando como seria isso, alisava seu corpo nu imaginando as mãos de Luiza, esfregava seu grelo desejando a língua dela, gozava como uma puta vadia desejando sua amiga e a vontade só crescia com o tempo, decidiu deixar de fantasiar e investir para que isso virasse realidade.

Surgiu um convite para uma festa à fantasia na casa de uma amiga, Helena pensou que seria a oportunidade perfeita para seduzir sua gostosa amiga. Fez o convite pra amiga dizendo que era somente pra mulheres, que assim ficariam mais a vontade pra conversar e se divertir, Luiza não reclamou, também adorava essas farras sem supervisão do namorado ciumento.


Eram dez horas quando Luiza passou na casa de Helena e foram para a festa, Helena de vampira (Vestido vermelho colado, dentinhos caninos, cabelos soltos e brilhantes, e o rosto apenas com pó pra deixa-la com uma aparência mais pálida e ela de gótica (olhos bem maquiados de preto para realçar naquele rosto branquinho lindo dela, ela era morena clarinha e com uma roupa preta bem agarradinha delineando os belos seios), estavam muito gostosas, na rua os homens gritavam chamando-as de gostosa, Helena nem prestava atenção, só queria saber da bela morena ao seu lado e não perdia a oportunidade de tocar o corpo da amiga com a desculpa de arrumar sua roupa. Chegando na festa, que já estava bastante animada, Helena tratou logo de providenciar algo para as duas beberem, certamente com um pouco de álcool ficariam mais relaxadas e descontraídas e seria mais fácil seduzi-la. Pegou dois copos de espanhola, e ficavam bebericando e observando o movimento. Helena só observava o jeito que Luiza olhava duas meninas que estavam se agarrando na pista, dava para ver o tesão nos olhos dela, tava tão excitada quanto Helena vendo aquela cena. Já eram duas da manhã, foram embora para casa de Helena. Chegando em sua casa, estavam sem sono nenhum e Helana quis lhe mostrar umas fotos dela na viagem que tinha feito para a praia, sentaram na cama e começaram ver as fotos, Luiza falou que tinham ficado muito boas e que a modelo da foto ajudava muito, ela me disse se era o suficiente...na hora Helena fez cara de quem não tinha entendido, de repente Luiza sentou no seu colo e começou a beija-la, sem pensar ela retribuía é claro. Apoiou a bunda dela nas mãos e continuou beijando, da boca foi para o pescoço, e ela ficava toda molinha, ela alisava seu corpo arrancando sua roupa como Helena tinha imaginado em seus sonhos, o tesão era muito maior que imaginava, ambas tiraram as roupas mostrando seus corpos arrepiados de desejo.




Beijaram e chuparam os seios uma da outra, mordiscando seus bicos enrijecidos enquanto tocavam sua bucetinhas famintas.
Luiza lhe empurrou e lhe deitou na cama, continuou a beija-la no pescoço e seios. Continuou beijando e desceu a mão na sua bucetinha, recém depilada, começou a esfregar seu grelinho, nossa nessa hora já estava escorrendo de tesão, gemia de desejo. Não agüentou e subiu em cima dela, beijando-a inteira até a buceta, chupava com vontade e passava a língua em circulo no seu grelinho e chupava ele, ela gemia baixo e segurava seu cabelo, percebia que sua bucetinha tava cada vez mais molhada, logo ela gozo na sua boca.




Subiu em cima de Helena e disse que seria a vez dela, foi passando a língua por seu corpo até sua bucetinha, começo a chupar, aquilo estava lhe deixando alucinada, aquela língua molhadinha, disse q ainda não queria gozar, se encaixou na perna dela e começou a se esfregar bem gostoso, ela também tava adorando a perna encaixada na bucetinha dela, sentia sua perna quente de gozo dela, foi ai que ela gozou mais uma vez. Luiza se deitou de novo e disse que queria seu melzinho, começou a chupar e lamber de novo e metendo um dedinho na minha xaninha, Helena não agüentou e gozou com ela falando que queria que ela gozasse bem gostoso para ela. Encerraram a noite com um banho gostoso onde ambas se lavaram retirando dos seus corpos os vestígios da noite de prazer que tiveram. No dia seguinte se despediram com a promessa de outras aventuras tal ou mais prazerosas que aquela.


domingo, 24 de outubro de 2010

CONTO: "PASSEIO DA CADELA"

Estava muito ansiosa e nervosa ao mesmo tempo, o encontro com o Dono sempre tinha esse poder sobre Camila, principalmente porque o Dono prometera que a essa sessão seria diferente das outras o que fazia o nervosismo ser maior. O que o Dono estaria planejando? Mandou que levasse todos os acessórios, sem exceção de nenhum. Pensou em várias possibilidades, em todas as coisas que ainda não se sentia pronta pra experimentar, mas confiava em seu Dono e teria certeza que tudo seria maravilhoso como sempre.
Aprontou-se com todo o capricho, vestido curto e decotado, sem lingerie, salto alto, maquiagem bem feita, perfume suave e cabelos perfumados e bem escovados.









Chegando ao lugar marcado logo vê seu Dono encostado no carro procurando sua cadelinha, assim que a vê abre aquele sorriso maravilhoso que só ele tem e que deixa sua cadelinha ainda mais apaixonada. Ele observa cuidadosamente suas vestes apreciando a sua jóia, lhe dá um gostoso abraço e um beijo leve em sua boca.
Entrando no carro, coloca em seu pescoço sua coleira de sessão e a guia pede que pegue na maleta a venda e a coloca em seus olhos bem apertados, Camila não enxerga absolutamente nada, isso a deixa excitada. Dono liga o carro e segue, ela não sabe pra onde e nem pra fazer o que, Dono de vez quando toca a bucetinha de sua cadelinha pra sentir o quanto esta excitada, enfia seu dedo em sua vagina molhada arrancando gemidos dela, depois enfia em sua boca pra chupar todo o seu mel. Belisca seus mamilos duros de excitação, ela chega a sentir que esta molhando o banco do carro de tão molhada que está.
De repente o carro pára, ela começa a imaginar que estão no motel, mas não escuta a recepcionista e nem seu Dono pedir um quarto, só ouve ele saindo do carro e abrindo sua porta. Segura firme sua guia e a manda descer e ficar de quatro, ela obedece e seguem andando assim por um tempo, Dono passeando com sua cadelinha vendada. Camila fica excitada e nervosa, sente que o chão é de grama, não sabe se estão em lugar fechado ou se alguém está vendo essa cena.








- Minha cadelinha deve estar com sede.
- Sim Senhor, sua cadelinha esta com sede.
- Pode se abaixar e beber sua água, sua tigelinha está bem a sua frente.

Camila bebe a água na tigelinha imaginando que seu Dono a pegou na maleta antes de descer do carro. Andam por mais alguns metros, e Camila diz ao seu Dono que está com vontade de fazer xixi.

- Pode fazer cadelinha, você está na terrinha, é só abaixar e fazer.

Camila ficou estática, não acreditava no que ouvia, lamentou ter vindo de vestido e sem calcinha, mas a vontade era muita e não teve saída, abaixou e fez xixi como uma verdadeira cadelinha. Estava muito humilhada com isso, mas sentia pela respiração do Dono que ele estava adorando a cena.










- Bom minha cadelinha, agora está na hora de ser alimentada.

Só sentiu o pau de seu Dono ser enfiado em sua boca, agora sim estava a vontade. Adorava chupar seu Dono, mas ainda assim estava nervosa por não saber onde está, se alguém via a cena, pois ouvia barulhos de passos e carros a sua volta. Às vezes parava de chupar para prestar atenção nos ruídos, mas um belo puxão em sua guia fazia voltar a chupar.

- Chupa cadela, dê prazer ao seu Dono.

Camila pensou. Que se dane se estiverem vendo, vou aproveitar!!! Libertou a verdadeira cadela que tinha dentro de si e passou a chupar seu Dono como uma bela puta.










- Posso tocar meu grelo Senhor?
- Claro que pode minha cadela, quero que tenha prazer também. Goze pro seu Dono.

Começou a tocar seu grelo duro de tesão, enquanto enfiava todo o pau de seu Dono em sua boca, chupando, lambendo a cabeça, masturbando com sua boca. Os gemidos de seu Dono se tornaram mais freqüentes e intensos.

- Fode a buceta com os dedos cadela, vamos gozar juntos.

Fodeu sua bucetinha com 4 dedos, como seu Dono tanto gosta. Gozou intensamente sentindo seu Dono encher sua boquinha de leitinho. Engoliu tudo, se deliciando ....chupou por mais um tempo pra deixar o pau do Dono limpinho.

- Agora vamos pra casa minha cadelinha, seu passeio de hoje terminou.

Seguiram novamente para o carro com Camila ainda andando de 4 e sem ver nada

Durante o trajeto Dono perguntou se a cadelinha tinha gostado do passeio, óbvio que tinha adorado.

O carro pára e o Dono tira a coleira, a guia e a venda de seu olhos. Está na porta de sua casa.

- Onde fomos, Senhor?
- Um dia você saberá minha cadelinha. Agora descanse, e obrigada por mais essa noite de prazer.

Dá-lhe um beijo demorado nos lábios e ela entra em casa, feliz e realizada, por ter proporcionado mais este prazer a seu Dono.

sábado, 21 de agosto de 2010

O BANHO


Uma bela noite dormindo nos braços do seu lindo Dono, Ahlana não poderia estar mais feliz, afinal esses eventos eram raros, afinal seu dono sendo casado, tinha problemas para se ausentar durante a noite. Ahlana lógico ficava triste por não ter seu Dono por perto sempre que gostaria, mas se conformava, ele sempre tornava todos os momentos que ficavam juntos em momentos especiais, isso valia muito a pena.

Quando acordou olhou para o lado procurando por ele, mas não estava. Ficou assustada. Onde ele estaria? Ahlana se sentia insegura e indefesa longe dele. Quando menos espera ele desce as escada que dá acesso ao banheiro no piso superior. Ela olha aquela bela visão, seu Dono vestindo apenas uma cueca preta bem justa, com certeza era uma vista maravilhosa para quem acabava de acordar.

Ele se aproxima dela e lhe dá um suave beijo na boca

BOM DIA MINHA CADELA, COMO PASSOU À NOITE?

BOM DIA DONO, MARAVILHOSAMENTE BEM (diz Ahlana com sorriso nos lábios)

QUE BOM, ACHO QUE FICARIA MELHOR DEPOIS DE UM BANHO NÃO ACHA?

CLARO QUE FICARIA SENHOR

ENTÃO HOJE O DONO VAI DAR BANHO NA CADELINHA

Ahlana surpresa e muito feliz já ia se levantando, quando a voz de seu Dono a faz parar.

VAI ATÉ O BANHEIRO ANDANDO COMO TODA CADELA ANDA

Dono não perdia a oportunidade de humilhar sua cadela, isso satisfazia muito seu ego de dominador. Ahlana se põe de quatro no chão e vai seguindo andando como uma cadelinha até o banheiro, ainda leva um sonoro tapa na bunda por andar muito devagar, deixando tatuado a mão forte de seu Dono na sua bunda branquinha.

Dono manda que vá para o chuveiro e que permaneça de quatro, liga o chuveiro com a água morna, quase fria, Ahlana desperta completamente, odeia banho morno, tenta fugir de lá, mas o dono a segura pelos cabelos e diz:

FICA QUIETA VIRA LATA, CADELA TOMA BANHO ASSIM.

Ahlana se assusta e mesmo contrariada fica parada aguardando seu dono lhe dar banho, ele esfrega seu corpo com uma bucha vegetal com força, lavando tudo, sente desconforto quando ele fricciona a bucha em sua bucetinha dolorida, resultado de uma noite onde ela for muito usada, enxágua a cadela e a puxa para o outro ambiente onde se encontra a banheira.

Chegando lá nota que seu Dono já havia preparado tudo para esse banho. A banheira estava cheia pela metade, toalhas a posto e perto da banheira cordas, vidrador, uma escova de dente e um plug. Ahlana já ficou excitada, seu Dono estava inspirado.

Manda que entre na banheira, ela começa a gostar, a água esta bem mais quente do que anterior, ele amarra as cordas em seus pulsos e tornozelos e prende nas alças de apoio da banheira, deixando-a exposta e indefesa, ela adora a cara de safado que seu Dono faz olhando pra ela nessa posição.

MINHA CADELINHA ESTA LIMPINHA AGORA, PRONTINHA PRA SER USADA.



Ele coloca prendedores em seus bicos e outro em seu grelinho, Ahlana dá um pulo com a dor da pressão deles e se mexe muito dentro da banheira, ele olha satisfeito vendo a tortura de sua cadelinha, para aliviá-la com os dedos brinca com seu cuzinho e bucetinha que já estão melados de tesão. Ahlana se acalma com o prazer que o toque de seu Dono a proporciona, olha que ele gosta da situação, pois vê que seu pau esta duro dentro da cueca, queria poder tocá-lo. Ele enfia 3 dedos em seu cuzinho, fodendo-a com força, quando percebe que ela esta para gozar ele pára, e fazendo-a conter o gozo dá vários tapas no rosto dela

AINDA NÃO CADELA, NÃO LHE DEI PERMISSÃO PARA GOZAR.

Ahlana se assustou com a atitude e não gozou, ele tira os prendedores dos bicos e do grelinho, enfia o plug em seu cuzinho, ela pula com a dor da penetração, ele pega o vibrador e encosta em seu grelinho. Ela fica louca de tesão, gemendo alto e deixando seu Dono ainda mais excitado, mas ele não a deixa gozar novamente e para com o vibrador antes que goze.

Ele pega a escovinha de dente, que até então ela não sabia para que era, e com cara de safado encosta em seu grelinho duro de tesão e começa a esfregá-lo com a escovinha , Ahlana se mexe muito e geme descontrolada com a dor e o tesão que isso proporciona. Nunca experimentara prazer igual...

AGORA PODE GOZAR CADELA VAGABUNDA

Ahlana explode num gozo descontrolado entre sussurros e lágrimas com mais um gozo extraordinário que seu maravilhoso e criativo Dono lhe proporcionara.

Chegando com chave de ouro, tomam banho juntos onde Ahlana pode proporcionar ao seu Dono o prazer que ele tanto adora.


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SURPRESA DO DONO

Depois de um dia exaustivo de trabalho, Samantha consulta o relógio aliviada. Finalmente iria pra casa, desejava mais que tudo um gostoso banho e relaxar em seu sofá acompanhada de um bom livro, coisa que adorava fazer. Chegando em casa o telefone toca, quando verifica pelo display de quem é a ligação, sorri satisfeita. Adorava receber a ligação de seu Dono, porém a ligação não era no horário habitual que costumava ligar, ficou um pouco preocupada e atendeu rapidamente.

“BOA NOITE CADELINHA, TENHO UMA TAREFA PRA VOCÊ, TOME UM BANHO CAPRICHADO, COLOQUE UMA ROUPA BEM PROVOCANTE E ME ENCONTRE NO NOSSO BAR AS 20, TENHO UMA SURPRESA PRA VOCÊ, E NADA DE ATRASOS.”
Samantha concordou e desligaram, seguiu para o banho pensativa. O que o Dono teria em mente!!! Depois de 2 anos juntos sabia que seu Dono era surpreendente, tinha sempre idéias novas, porém sempre falavam sobre algo novo que queria fazer, mas desta vez nada foi dito e provavelmente a surpresa seria hoje mesmo. Colocou um vestido preto curto com um belo decote que realçava seus belos seios, sandálias de salto alto, cabelo solto, maquiagem bem feita e o perfume que o Dono adorava. Seguiu para o bar.
Chegou pontualmente as 20 e logo avistou seu Dono numa mesa junto com outro homem que não sabia quem era. Aproximou-se meio desconfiada, Dono lhe deu um beijo nos lábios e apresentou o convidado.


“CADELINHA, ESTE É CARLOS, ELE ALUGOU VOCÊ PARA UMA SESSÃO HOJE.” Samantha perdeu a cor, como Dono poderia alugá-la assim para um estranho sem falar nada com ela antes? Mas percebeu que o Dono estava seguro do que queria e não se comoveria com o olhar assustado de Samantha, pelo contrario, o ar de surpresa o deixou ainda mais excitado. Carlos não parava de olhá-la com um olhar de desejo que deixou Samantha desconcertada, mas nada poderia fazer, seu Dono decidiu e para ela uma ordem dele nunca poderia ser contestada ou desobedecida.
Ficou combinado que todos seguiriam para um motel, Samantha iria com Carlos em seu carro e o Dono no seu, se hospedariam em quartos diferentes, ambos com seus notebooks, a sessão aconteceria com a cam de Carlos ligada onde o Dono do outro quarto assistiria a tudo. Ficou pensativa com o plano dele, porém também se sentiria mais segura sabendo que seu Dono estaria a protegendo, se Carlos ultrapassasse os limites o Dono intercederia.
Despediram-se no bar, com o Dono dizendo em seu ouvido “NÃO SE PREOCUPE MINHA CADELA, SIGA AS ORDENS DELE SEM RESTRIÇÕES E DIVIRTA-SE, SAIBA QUE ESTAREI CUIDANDO DE VOCÊ SEMPRE.”

Hospedaram-se no motel, felizmente conseguimos ficar em quartos lado a lado, ficaria mais segura tendo seu Dono tão perto. Carlos logo posicionou o note em posição estratégica para que a visão do Dono fosse privilegiada, Samantha somente olhava a tudo nervosa e temerosa, se sentia uma puta vadia, mas se o Dono gostava disso, era o que teria.
Carlos se aproximou de Samantha e lhe deu um longo beijo na boca, um beijo de fome e desejo, suas mãos passando em seu corpo, tirando seu vestido e deixando seus seios a sua disposição, Ele os aperta, chupa os bicos mordiscando levemente. Ela ainda não consegue relaxar, pensa no Dono, isso seria uma traição, não poderia sentir prazer com aquilo. Porém seu Dono mandou que se divertisse, não a mandaria fazer algo que não pudesse sentir prazer. Entregou-se as caricias de Carlos que já estava nu, oferecendo o pau para Samantha se deliciar, ela chupava com maestria, olhando com ar de puta profissional para a cam sabendo que o Dono a fitava do outro quarto, daria muito prazer ao convidado, arrancava dele urros de prazer, colocando seu pau inteiro na boca.














Carlos descontrolado a joga na cama e rasga sua calcinha num ímpeto de selvageria, distribui tapas na cara de Samantha que adora tudo aquilo. “VAGABUNDA, HOJE VOCÊ É MINHA, EU PAGUEI CARO POR VOCÊ E TEM QUE ME DAR MUITO PRAZER.”
Pegou a meia fina que Samantha vestia e amarrou seus braços para trás, deixando-a indefesa para fazer com ela o que desejasse. Jogou-a na cama, abriu bem suas pernas e a penetrou violentamente, gritando ela tenta escapar dele que fica ainda mais excitado penetrando com mais força e profundidade. “VADIA GOSTOSA, QUE BUCETINHA DELICIOSA QUE VOCE TEM, VALE CADA CENTAVO QUE FOI PAGO...”







Carlos come Samantha em varias posições, deseja que goze logo e acabe com isso, já não agüenta mais, só sabe pensar em seu Dono. Como estaria reagindo a tudo isso?
Ele a coloca de quatro, por estar com as mãos presas para trás não tem como se apoiar e fica com o rosto colado no colchão o que a deixa com a bunda ainda mais empinada. Carlos enlouquece com a visão e começa a brincar com o cuzinho dela, penetrando seus dedos com firmeza, quando consegue uma boa dilatação do anelzinho dela, encaixa a cabeça do pau na entrada dele e empurra até o fundo. Ela grita desesperada com a dor da penetração, ele enlouquece de tesão com o desespero dela tentando fugir dele e a come com força e desejo, dando tapas vigorosos na sua bunda, xingando-a de PUTA, CADELA, VAGABUNDA. Aumentando a velocidade das estocadas, retira o pau de dentro dela, se coloca em sua frente e segura em seus cabelos puxando pra que levante o rosto, onde gemendo goza nele todo.





Joga-se na cama para se recompor e soltar a cadelinha amarrada, que se sente totalmente humilhada com o que acabara de fazer. Dono liga a cam dele a chama Samantha para que veja a sua recompensa pela tarefa cumprida. A mão do Dono, cheia de seu gozo que mostrava que cumprira a tarefa que lhe foi dada e foi devidamente recompensada.

domingo, 15 de agosto de 2010

CONTO: "UMA SESSÃO DIFERENTE"

Era a primeira vez que Lena teria sessão com uma convidada, jamais dividira seu Dono antes com ninguém, sentia o rosto enrubescer de raiva e ciúmes só de imaginar seu Dono tocando o corpo de outra mulher, mas desde o inicio ele mostrava muito interesse e tesão não em somente ter duas cadelinhas o servindo, mas tendo prazer juntas, sempre que fantasiavam isso durante as conversas ele se mostrava muito excitado. Não gostava muito da idéia, mas como uma boa cadelinha, obediente e servil faria tudo para agradar ao seu amado Dono.




Sonia era uma amiga de seu Dono, já se conheciam a algum tempo e gostava de aventuras, não tinha vontade de ter um Dono, mas gostava de sessões esporádicas. Não haviam conversado antes do dia do encontro e isso deixava Lena ainda mais nervosa.
Ficou combinado que o Dono pegaria Sonia primeiro por ser caminho e depois a pegaria, a espera fora difícil, quando chegaram seu coração disparou quando viu uma bela mulher de pele clara, cabelos compridos castanhos e encaracolados, belas curvas sentada no banco ao lado de seu amado Dono. Ele parecia feliz quando desceu do carro e lhe deu um gostoso beijo que fez o chão desaparecer, ele tinha esse poder sobre ela. A convidada descera logo em seguida, onde ele apresentara uma a outra formalmente, Sonia beijou e abraçou Lena carinhosamente como se fossem amigas a anos, isso fez com que Lena simpatizasse com a convidada.





Ela se sentou no banco de trás deixando o banco do carona vago para que Lena assumisse seu verdadeiro lugar na vida de seu Dono, ao seu lado. Seguiram para o motel conversando animadamente. Chegaram ao motel escolhido e entrando no quarto Lena começou a suar, chegara a hora, seria difícil, mas sabia do desejo de seu Dono e sabia que teria que se controlar, pois seu Dono sempre deixava claro que uma cadela não deveria demonstrar ciúmes, mesmo que sentisse.





Dono ordenou que se beijassem e se tocando tirassem a roupa uma da outra. Lena ficou estática por uns segundo, mas logo olhando nos olhos de Sonia beijou seus lábios com desejo, lábios macios e bem desenhados, se beijaram delicadamente entrelaçando suas línguas suavemente, enquanto se despiam e se tocavam proporcionando ao seu Dono uma cena que a muito tempo desejava ver. Lena não imaginava que sentiria tamanho prazer em ser tocada por outra mulher, a delicadeza e o cuidado com que segurava e chupava o bico dos seios era muito gostoso, suas mãos passeando pelo corpo uma da outra estava deixando seu Dono louco de desejo em possuir suas cadelinhas.







Aproximou-se delas e segurando firme em seus cabelos as fez ajoelhar-se e chupar seu membro já rígido como ferro, enquanto torturava seus seios com beliscões e puxões nos bicos das duas, chuparam com desejo fazendo seu Dono gemer com o tamanho prazer, as meninas alternavam as chupadas entre beijos molhados, e toques íntimos que arrancavam gemidos deliciosos das duas cadelinhas no cio, Lena não estava nem um pouco incomodada em dividir com a convidada o membro que tanto lhe dava prazer, alias estava adorando ter alguém que a ajudasse a proporcionar mais prazer ao Dono tão amado.




Ele ordenou que suas cadelinhas ficassem de quatro com a bunda bem empinada, com seu chicote deixou lindas marcas na bunda e costas delas que gemiam com a dor do estalar do chicote em suas carnes, ele sabia como sua cadelinha adorava apanhar de seu Dono, de vez em quando tocava suas bucetinhas pra conferir se ambas estavam gostando do carinho. Olhando nos olhos de sua bela cadela mandou que Lena chupasse Sônia, que se deitou oferecendo sua linda bucetinha lisinha para Lena saborear, ela não se fez de rogada e caiu de boca se deliciando, lambendo e chupando o grelinho dela, metendo dedos dentro de sua vagina, enquanto seu dono se posta atrás dela e começou a brincar com sua bucetinha, fistando-a com vontade fazendo Lena delirar de prazer, fistando e beliscando seu grelinho rígido de tesão. Não se contentou com isso e meteu seu pau dentro dela com força, metendo e fistando agora seu cuzinho com os dedos, Lena estava em êxtase de tanto prazer, Sonia também não demorou muito pra gozar na boca de Lena que lambeu seu mel se deliciando. A cena deixou seu Dono tão excitado que gozou alucinadamente dentro de sua bucetinha, inundando com seu sêmen que fez com que ao senti-lo jorrando gozou gemendo alto, agradecendo ao seu Dono pelo presente de mais uma sessão regada de com a dor e o prazer que tanto adora.


Muito feliz Dono retribuiu as duas colocando-as perto de si e brindaram com um delicioso beijo a três, que ficará pra sempre na memória de sua servil cadelinha.




terça-feira, 3 de agosto de 2010

CONTO: "CASTIGO DE HELLENIE"

Hellenie, esperava no lugar de sempre seu amado Dono, não seria nada prudente atrasar-se afinal seu Dono já estava muito irritado com sua cadelinha e a sessão seria para castiga-la por te-lo irritado durante uma conversa dias atras. Hellenie sabia que seu Dono seria implacável em seu castigo e não pouparia esforços para disciplinar sua cadela atrevida.



Cada segundo de espera parecia uma eternidade para Hellenie que não parava de olhar em volta procurando algum sinal dele, finalmente avista seu carro se aproximando, um carro bastante comum mas que Hellenie reconheria mesmo que estivesse entre dezenas iguais a ele. O carro estacionou e o Dono nem fez menção de sair do veículo, ela então resolve ir ao seu encontro, entrando no carro esperava ao menos ser recebida com um beijo, ao invés disso ele simplesmente disse "Coloque o cinto" sem nem ao menos olhar para ela. Fora muito humilhante.



O percurso inteiro a unico barulho que se escutava era a respiração de seu Senhor, tranquila e indiferente, isso tornava tudo ainda mais angustiante. Chegando no motel ele pede a suíte de sempre, entrando no quarto Dono ordena imediantamente que Hellenie fique nua, enquanto se despe observa de relance o Dono tirando da maleta seus acessórios e distribuindo pela mesa, já provara tudo, objetos que já lhe proporcionaram grande prazer e dor dependendo do desejo de seu Mestre.










Notou uma sacolinha fechada que nunca vira antes, porém ele apenas a deixou na mesa e ordenou que sua cadela ficasse de joelhos diante dele. Ajoelhada e de cabeça baixa, envergonhada por sua falta, Dono com gesto firme e gentil segura seu queixo e ergue sua cabeça pra que olhe em teus olhos, olhos muito frios, um sonoro tapa arde na face de Hellenie. Dono aperta com força os bicos de seus seios e puxa para cima para que ela se levante, segura firme em um dos seios e suga o mamilo com força (muita força mesmo) Hellenie geme com a dor, ele pára e olha satisfeito o bico que se formara, mas seu lado sádico esta aflorado e começa a dar tapas vigorosos no bico. Com a dor Hellenie desvia o corpo, mas é puxada pelos cabelos e ganha um novo tapa do outro lado da face, bem mais forte e dolorido. Repete o ritual no outro seio, em seguida pegando um pedaço grande de barbante e amarrando as pontas firmemente em seus bicos e depois passando por suas costas, ela nao entende o que o Dono pretende e nem se atreve a perguntar.











Dono ordena que sua cadela fique de 4 e nao ouse se virar para olhar, ela obedece suando frio e temendo seu castigo, sente o dono pegando os labios de sua bucetinha e colocando em cada um algo que ela sabia bem o que era pela dor "prendedores de metal", quando ele solta os labios são puxados para baixo com força, Dono colocara pesos nos prendedores. Ouvindo os susurros dela promete colocar outro no grelinho caso nao pare de reclamar. Ela se cala.



Dono se poe atras de Hellenie e sem nenhum cuidado ou preparo penetra o cuzinho de sua cadelinha com um plug, ela grita sentindo ter sido arrombada. Dono pega seu chicote que ela ainda nao conhece e ordena que conte e agradeça cada chicotada recebida. A primeira chicotada acerta forte a bunda de Hellenie que susurra e agradece seu castigo, longas 50 chicotadas distribuidas entre bunda, costas e coxas que formam em sua pele lindas marcas que seu Dono admira de longe enquanto sua cadela soluça entre lágrimas nao suportando mais o castigo.







Se aproxima dela e lhe oferece o membro para que sua cadela saboreie, Hellenie como uma cadela faminta abocanhada o pau de seu Dono e chupa com desejo e vontade, arrancando gemidos satisfeitos de seu Dono que aproveita para beliscar os bicos dela, tortura que tanto adora. Retira o plug de seu cuzinho e a penetra com força, tomada por grande dor e tesão Hellenie geme, chora e grita. ME FODE DONO, COME O CUZINHO DE SUA PUTA, ARROMBA SUA CADELA!!!! Dono pega a cordinha que esta em suas costas e começa puxar para trás, quase arrancando os bicos de sua cadela que esta em transe de tanto tesão em ter seu Dono dentro de si. Seu Dono geme alto anunciando que vai gozar, mas a proibi de fazer o mesmo, cadela esta sendo castigada e seu gozo nao será permitido hoje. Hellenie se controla o mais que pode para obedecer ao seu Mestre e se concentra em dar prazer a ele, que goza fundo dentro de seu cuzinho enquanto estapeia a bunda de sua cadela atrevida.


Dono se joga na cama e puxa sua cadela pra perto de si, olha em seus olhos e diz:


VOCE TA PERDOADA MINHA DOCE CADELA


Hellenie sorri satisfeita, e diz:


OBRIGADA MEU SENHOR, EU TE AMO